Somos uma plataforma que conecta mulheres que sofrem ou sofreram violência de gênero a uma rede de terapeutas e advogadas dispostas a ajudá-las de forma voluntária. Chegar até aqui requer coragem. Fique tranquila: iremos encontrar a melhor forma de te acolher para que você receba a ajuda que está procurando. Para isso, queremos saber o que você precisa. Vamos lá?



ATENÇÃO: Estamos juntas no combate à violência contra as mulheres!

Diante do contexto atual da pandemia do coronavírus, sabemos que as mulheres estão potencialmente mais suscetíveis e expostas à violência doméstica por conta do isolamento, da dependência financeira, do aumento da convivência em casa, pela ausência de atividades diárias, distância da rede de apoio, controle maior do agressor, privação do ir e vir e ausência de serviços públicos disponíveis. Por isso, estamos buscando ativamente novas formas de atuação, adaptando a operação do Mapa para que nenhuma mulher fique desamparada e para que todas se sintam acolhidas e seguras! <3

Consolidamos (e vamos compartilhar com todas vocês!) informações sobre como você pode ficar mais segura em casa e como e onde pedir ajuda. Nossos esforços estão concentrados na atualização do funcionamento dos serviços públicos disponíveis para atendimento durante a quarentena, tais como delegacias, centros de referência, defensorias, hospitais de emergência e outros serviços da rede de saúde e assistência. Mas não se preocupe! As delegacias e os serviços emergenciais devem oferecer o acolhimento necessário, tal como os pedidos de medidas protetivas.

Seguimos juntas, sempre!






















(i) Se você ainda tem alguma dúvida sobre como o Mapa do
Acolhimento funciona, acesse o nosso FAQ.

Conte para nós um pouco sobre você:














Graças a leis como a Maria da Penha (Lei 11.340 de 2006), todas as mulheres do Brasil têm o direito de acessar uma rede de serviços públicos criados especialmente para atuar na prevenção e no combate à violência contra mulheres. Infelizmente, nem todas sabem que eles existem ou como funcionam.

Esse mapeamento é feito de forma colaborativa e precisamos da sua ajuda para deixar ele ainda mais completo. Se você conhece algum local de atendimento público que não está mapeado, envie um email para contato@mapadoacolhimento.org com o nome, endereço completo e horário de funcionamento do serviço.































Aqui você encontra respostas para dúvidas que ainda possa ter:

Eu preciso pagar pelo atendimento do Mapa?
Não! Todo e qualquer atendimento via Mapa do Acolhimento precisa ser acessível para qualquer mulher. Por isso, ele é e deve ser gratuito. Se alguém te cobrar algum valor pelo acolhimento, por favor, entre em contato com a nossa equipe.

Quem pode acessar o Mapa do Acolhimento?
Mulheres cis, mulheres transexuais e homens transexuais maiores de idade, de qualquer parte do Brasil e que não possuam renda para pagar pelos atendimentos podem buscar ajuda via Mapa. O projeto acolhe pessoas que sofrem ou sofreram violência sexual, psicológica, física, virtual, patrimonial, institucional, obstétrica, doméstica, moral, assédio, racismo e LGBTfobia.

O que a equipe do Mapa do Acolhimento faz?
A equipe do Mapa do Acolhimento não realiza os atendimentos em si, mas conecta quem precisa de ajuda com quem pode ajudar, de acordo com a região do Brasil onde elas estão.

O Mapa funciona onde eu moro?
O Mapa do Acolhimento atende mulheres de todo o Brasil e possui voluntárias em todos os estados. Se não houver nenhuma voluntária perto de você, iremos te colocar em contato com a rede pública de apoio mais próxima. Nosso objetivo é chegar às mulheres que mais precisam!

Quanto tempo dura o atendimento?
Cada atendimento tem a sua própria duração, porque cada pessoa possui uma necessidade diferente. E se a profissional que te atender não puder mais te ajudar por algum motivo, não se preocupe. Iremos te encaminhar para a rede de apoio, de modo que você continue sendo acolhida.

Eu não estou sofrendo uma violência baseada em gênero. Posso ser atendida pelo Mapa?
Não. A nossa proposta é acolher mulheres que sofrem ou sofreram uma violência que só acontece pelo fato de ela ser uma mulher.



O que a profissional que me atender pode ou não fazer?
As profissionais do Mapa devem agir de acordo com o código de ética dos seus conselhos. Isso significa respeitar inteiramente quem busca o seu serviço. Dessa forma, ela não pode: culpabilizar, revitimizar, expor, assediar, ser racista, desrespeitar a sua identidade de gênero ou realizar atividades fora da sua atuação profissional. Esses são alguns exemplos de atitudes antiéticas.

A profissional agiu de forma antiética. E agora?
Quando cadastramos as profissionais na nossa base de voluntárias, checamos o seu número de registro profissional e enviamos as nossas diretrizes de atendimento. Caso alguma delas tenha agido de forma antiética, entre em contato com a nossa equipe imediatamente. Não só podemos, como devemos denunciar ao seu conselho regional para que sejam tomadas as devidas providências. Sempre que quiser compartilhar a sua experiência de atendimento, entre em contato pelo e-mail atendimento@mapadoacolhimento.org

Posso compartilhar o contato da profissional que está me acolhendo com outra pessoa?
Somente pessoas que se cadastraram no nosso site podem receber atendimento gratuito via Mapa do Acolhimento. Só assim, conseguimos acompanhar todos os atendimentos. Se você sabe de alguém que esteja precisando de ajuda, compartilhe o site do Mapa para que ela se cadastre.

Não sofri violência, mas alguém próximo de mim sofreu. Posso me cadastrar?
Primeiramente, é necessário que a própria pessoa em situação de violência procure ajuda. Esta é uma questão ética muito importante, pois nenhuma intervenção pode ser feita sem este desejo, por mais que você acredite que ela precisa desse suporte. Se quem está sofrendo violência quiser ser acolhida no Mapa do Acolhimento, mas não possuir e-mail, você poderá se cadastrar com o seu e-mail pessoal, com os dados de quem deseja ser acolhida. Entraremos em contato com você para que compartilhe com ela a rede de apoio que irá realizar o acolhimento.



"Ter conhecido o Mapa do acolhimento foi incrível, desde o primeiro contato já me senti acolhida realmente. A equipe é super comprometida e disposta a nos ajudar. Eu tenho 20 anos e já passei pela violência física, sexual, e psicológica. Quando conheci a terapeuta, não fazia ideia que ela seria tão importante pra mim. Já estou em tratamento a 8 meses e já consigo ver as coisas se amainarem dentro de mim, vendo sempre uma luz e esperança por dias melhores. Esse projeto é sem sombra de dúvidas muito importante e faz diferença na vida de mulheres como eu, que buscam alívio para as dores e feridas que a vida nos causou.."

Anônima, acolhida por meio do Mapa do Acolhimento


Se você chegou até aqui com alguma dúvida, entre em contato com
a gente pelo e-mail: contato@mapadoacolhimento.org.

Vamos receber a sua mensagem com muito carinho! <3